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Tornando-se um lisboeta – Parte I 2010/10/08

Posted by tbnsilveira in General, Mestrado, Portugal, Trip.
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Com um certo atraso, consegui me organizar e começar a relatar os acontecimentos, curiosidades e viagens interessantes destes últimos dias (senão meses). Quanto à viagem do Canadá (assunto do último post), continuarei publicando as fotos e os respectivos comentários, intercaladamente com os novos assuntos.

Primeiramente, um breve resumo dos fatos para contextualizar o leitor: através de um protocolo de cooperação entre universidades, vim parar na Universidade Nova de Lisboa, em Portugal, para realizar a etapa de pesquisa do meu curso de mestrado. Como em qualquer processo do tipo, os meses que antecederam a partida foram de muitas (in)decisões, expectativas, esperas, burocracias e, correria.

Os últimos dias antes de viajar, no entanto, são os que proporcionam mais adrenalina (constatação de uma grande amiga minha, que com esta taxonomia caracteriza os seus imprevistos). Já havia comprado as passagens, embora ainda não estivesse com o visto: partiria de Porto Alegre na terça-feira à noite, dia 14/09, com uma rápida escala em São Paulo e chegaria à Lisboa no dia 15 (E o visto?!). Pois bem, às 18h de sexta-feira recebo a notícia de que meu visto estava concedido. A partir disto, deveria levar meu passaporte ao consulado de Porto Alegre e aguardar 5 dias úteis para recebê-lo.

Resumindo: precisava estar no consulado de São Paulo na terça-feira pela manhã, com o passaporte em mãos. Apenas no domingo pela manhã consegui contactar a operadora de turismo a qual eu tinha comprado as passagens. Daí, a excelente notícia: não havia como alterar o trecho e, se eu não comparecesse em Porto Alegre (minha ideia seria ir independentemente a SP), perderia todo o voo. Na mesma hora cancelei as passagens, com o ônus de USD300.00 de multa e a restituição do valor em apenas 90 dias. A busca por novas passagens (e agora sem ajuda da Internet, já que por este meio são realizadas vendas apenas com prazos maiores de 48h) fez com que eu logo esquecesse, ao menos naquele momento, o valor da multa e da frase de despedida agradecendo minha ligação. Irônica, talvez, se não fosse tão robótica.

Entretanto, há males que vêm pra bem (tentando manter minha visão otimista dos fatos). Ao contrário do que seria na primeira viagem, onde teria que deslocar-me de Guarulhos ao consulado e deste a Campinas carregando todas as bagagens, tive a comodidade de rever minha mochila somente em Lisboa e de sair do Aeroporto de Cumbica apenas para ir ao consulado e passear pelas avenidas de São Paulo…

Só para aumentar o espírito de aventura, após resolver a maioria das pendências na segunda, meu cunhado levou-me ao aeroporto. Ainda brincamos de como, pela primeira vez, eu havia chegado em tempo para fazer o check-in calmamente e aproveitamos para ir tomar um café. Por falha minha e da operadora, acabei perdendo o voo…

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